Eu tinha decidido deixar de lado meu lado gay, e voltaria a ser hetero, mas droga, parece que me persegue e volta e meia meu cu pisca que não há outro jeito, se não dar o cu, vejamos o que me ocorreu durante minhas férias, estava eu em Rio das Ostras, na lagoa da coca cola, bebendo uma cerveja e apreciando lindas mulheres, e o que me chamou atenção eram dois garotos que pescavam proximos a mim, já que estva entre o mar e a lagoa, um deles de nome Samuel me pediu para olhar seus pertences e saiu para se encontrar com seu amigo de nome ou apelido Dida, um negro até que bonitinho, mas rústico, Samuel era moreno, magro, e debaixo da sunga, dava para ver um senhor cacete, eles voltaram, agradeceram e ficamos conversando, banalidades, eles eram moradores do lugar e volta e meia pescavam, eu disse, que estava de ferias, e resolvemos beber para terminar a tarde, quando no auge da conversa, já meios bebados e alegres, Dida resolve falar uma coisa, olha para mim e diz, cara tu tem jeito de fresco, não quer dar o cu pra nos, tu não acha que não pecerbi o olhar pra minha pica e a do Samuel, então vamos ou não, eu meio desconcertado pela proposta e ainda de boca aberta, balancei a cabeça afirmativamente, levantamos e saimos, e perguntei aonde iriamos, vamos até miha casa, moro perto, disse Dida, acrscentando, não tenha medo, somos de paz, dito isso, seguimos e ao chegar em casa, dida me levou para o banheiro e disse vamos tomar banho, entramos no banheiro e ao começar me despir ele se aproximou de mim por tras e começou a me sarrar, senti logo o volume crescer em minha bunda, liguei o chuveiro e comecei a limpar sua pica que ja estava dura feito pedra, me abaixei e comecei a mamar aquele cacete preto de cabeça rosada, foi quando senti algo roçando em minha bunda era o Samuel entrando na brincadeira, já que estava de quatro chupando um piru, com a bunda pra cima, coloquei a mão e pude sentir que o menim]no não estava de brincadeira que caralho grande, pensei, não vou dar conta dele não, segurei ele e o puxei pra frente e fiquei com os dois na frente, ora chupava um, ora chupava o outro, Quando Dida não aguentou e esporrou na minha cara tanto leite, que disse, caralho de onde vem tudo isso, levantei e me lavei, continuando a segurar aquela jeba, que só para terem uma ideia, devia medir uns 23/24 cm de nervura, ele olhou pra mim e disse vamos ate o quarto que quero comer seu cu agora, tremi, e continuava a pnheta-lo pra ver ser o cara gosava e me desse um tempo, foi Dida veio e disse Samuel, deixa eu comer primeiro, pois eu abro pra vc e como estou na minha casa quero fuder essa bicha agora, olhou pra mim e disse , vem ca nenem bota meu pau duro que eu quero te enrabar, comecei a beija acariacar e punhetar, ja estando em ponto de bala, coecei a sentar devagarinho, ele quiz enfiar de uma vez, mas minha experiencia falou mais alto, e conduzi o ato, descendo e subindo devagar, fazendo o menino urrar de prazer, estava eu agora tomando no cu e chupando uma tora ao mesmo tempo, so ouvia urros e palavras desconexas, quando senti o pau do Dida inchar dentro demim e soltar o gozo com um grito alucinante, porra nunca gozei desse jeito que cu maravilhoso, foi quando Samuel não aguentou e gozou na minha boca me enchendo de porra. Sai pra me lavar e voltei, e olhando pro Samuel, ele tava tocando uma bronha e dizia agora eu vou comer esse cu, pedi pra vir devagar pois era muito grande e gross, ele me pegou colocou de quatro, cuspiu meu brioco, lambusou a portinha do cu e foi enfiando, e parava, enfiava e parava ate que começou o vai e vem e eu sentia até as bolas, não acreditava que tinha agvuentado aqulo tudo, que delicia, Dida me botou seu caralho para chupar e que gozou fui eu, quando senti que Samuel estava pra gozar deitei e pude senti meu macho gozar em cima demim. Passei a noite com eles, de hora em hora mudava de cama pra tomar no cu durante a noite toda. Que Delicia.
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